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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ampliador

O negativo é apenas um estágio intermédio para o produto final,a prova em papel.Tal como  para obter esse negativo foi necessário uma máquina, também para a prova em papel se utiliza outra, o ampliador.  Tal como a máquina fotográfica,o ampliador é um instrumento de precisão, de construção delicada e de elevado custo.
A função do ampliador é projetar o negativo sobre o papel fotográfico virgem, dando-lhe o mesmo tempo o grau de aumento (ou redução) desejado.Para tal é necessário uma fonte luminosa que emita luz para projetar o negativo e um sistema ótico que permita o aumento (ou redução).Estes elementos estão colocados na “cabeça”do aparelho.Qaunto mais próximo estiver da mesa menor será a ampliação.

Trabalho realizado por : Ana Ferreira nº1
Cátia Moreira nº7

Obturador de Cortina ou Plano FOCAL

          Como o nome indica, o obturador de cortina, ou de plano focal é montado próximo ao plano do filme e não na objetiva . Os primeiros obturadores de cortina consiste em uma cortina com fendas de diferentes larguras e, em alguns casos, de molas de tensão elástica ajustáveis para alterar a velocidade da cortina. Uma dessas fendas corria pela superfície do filme para fazer a exposição, e diferentes tempos de exposição eram selecionados por meio da alteração da largura das fendas e da velocidade da cortina.
          O atuais obturadores de cortina consistem em duas cortinas diferentes. Á medida que a primeira se move pelo plano focal descobre o filme para começar a exposição, e a segunda segue depois de um intervalo controlado para terminar a exposição.

Trabalho Realizado Por:
- Paula Alves nº 14
- Sandra Maia nº 16
- Tiago Costa nº 17

Obturador Central


          O obturador Central consiste em uma serie de lâminas que, quando  obturador é fechado, sobrepõem-se para impedir a entrada da luz . Um anel rotatório abre e fecha as lâminas durante a exposição. O obturador central fica localizado dentro da objetiva, próximo ao diafragma.
          Um mecanismo de tempo controla a abertura e o fechamento das lâminas. Em alguns dos primeiros obturadores, o tempo era controlado por um pistão e um cilindro pneumático, sistema que se provou extremamente confiável. Possuo um obturador Compur desse tipo em objetiva Protar , que após quarenta anos de uso ainda apresenta uma precisão incrível .


                                     

Tipos de peliculas fotográficas

Formatos:
Existem vários formatos de filmes, quase tantos como os formatos de câmaras fotográficas.
Assim, podemos considerar os seguintes formatos:
  • 110- destinado a câmaras tipo pocket. Este filme vem acondicionado em cassete especial, de plástico. Não é possível rebobinar, mas a sua própria embalagem o dispensa;
  • 126- destina-se a câmaras fotográficas quase em difuso. Do mesmo modo que o anterior, é acondicionado em cassete de plástico. Este filme também não pode ser rebobinado, pelas mesmas razões do formato 110;
  • 135- é o mais, pois serve em todas as câmaras reflex 35 mm. O seu acondicionamento é feito em embalagens estanques de metal. Este filme é perfurado dos dois lados (oito perfurações de cada lado, por imagem). A grande vantagem deste tipo de filme é a sua comercialização em caixas com 5 e 30,5 metros. Desta forma, podemos preparar cassetes com 5, 10, 12 e 15 filmes, o que torna bastante acessivel;
  • 120- Filme em rolo destinado a câmaras de médio formato. Esta pélicula dá negativas 4,5 x 6/6 x 6/6 x 7/6 x 9 , conforme a câmara;
  • 9 x 12- filme em chapa (individual) para câmaras de grande formato.
O filme a preto e branco fornece uma imagem negativa (as zonas claras aparecem escuras e vice-versa). Quando imprimimos em papel, a partir de negativos, tornam-se a inverter as tonalidades e, assim, nasce uma imagem positiva.
A sua grande vantagem é a de, partindo de um negativo, podermos executar uma infinidade de provas e ampliaçoes.

Estrutura dos filmes

Um filme fotográfico é essencialmente composto por um suporte transparente de triacetato de celulose (por vezes poly-ester) sobre o qual é aplicada uma emulsão sensível à luz. Esta emulsão compreende uma ou várias camadas de gelatinaque têm, em suspensão, uma grande quantidade de cristais microscópicos de brometo de prata. Existem, ainda, outras substâncias, como, por exemplo, os sensibilizadores, que emprestam a cada tipo de filme as suas caracteristicas individuais.

Qualquer que seja o tipo de filme (preto, branco ou cor), negativo, positivi ou inversivel, caracteriza-se sempre pelos seguintes parâmetros:
  • sensibilidade cromática;
  • rapidez;
  • granulação, resolução e contraste;
  • poder resolvente... ou poder separador;
  • acutância

Sensibilidade cromática

Um filme deve ser semsível a todas as "cores" do espectro visível, isto é, deve ser pancromático, quando se destina a fotografias do tipo corrente.
Para os trabalhos de microfilmagem, por exemplo, existem filmes especiais que não são sensiveis ao vermelho e ao amarelo-esverdeado. Por tal motivo, recebem o nome de ortocromáticos.

Rapidez

É a caracteristica mais importante de um filme e, por isso, é a primeira informação que se deve dar ao fotómentro.
Entre os numerosos sistemas que foram propostos para exprimir a rapidez de um filme, três estão em uso:
- sistema ASA (AMERICAN STANDARD ASSOCIATION) ;
- sistema DIN (DEUTSCHE INDUSTRIE NORM);
- sistema ISO (INDUSTRIAL SYSTEM ORGANIZATION)

Actualmente é utilizado o sistema ISO que é a aglutinação dos sistemas ASA e DIN.

Enquanto que no primeiro sistema existe uma progressão geométrica de razão "2", no segundo a progressão é aritmética.
Em ambos os casos, o primeiro termo é "1"
Exemplos:
- sistema ASA - 1,2,4,8,16,32,64,125 (128), 250, 500, 1000. Por razões práticas, foram arredondados os valores superiores a 64 ASA;
-sistema DIN - 1,3,6,9,12,15,18,21,24,27,30,33.

Classificação dos filmes a preto e branco

Os filmes a preto e branco podem classificar-se em quatro categorias:

FILMES LENTOS (de12 a 50 ISO)

Estes filmes têm alta definição e contraste bastante elevado. A partir de negativos com esta sensibilidade, podemos obter grandes ampliações sem problemas de grão. Esta classe de filmes é a ideal para o pequeno formato, caso não estejamos limitados por uma luz insuficiente, para trabalhar sem tripé.


FILMES DE RAPIDEZ MÉDIA (de 50 a 160 ISO)

Esta categoria é a mais utilizada. Os filmes, desde que sejam correctamente expostos e revelados, permitem obter ampliações de 30x40 de boa qualidade. A imagem é, no seu todo, agradável quer no contraste quer em detalhes.


FILMES RÁPIDAS (de 160 a 800 ISO)

Nestes filmes, a granulação é muito visivel quando se executam ampliações, e a definição é menor que nos anteriores. Recorremos muitas vezes a este tipo de filme quando as condições de luz não são as desejáveis.

FILMES ULTRA-RÁPIDOS (de 800 a 3200 ISO)

Devido à sua grande rapidez, estes filmes dão negativos de forte granulação, visível mesmo em ampliações de pequenas dimensões. Normalmente, são usados em condições de trabalho extremas, onde a luz é fraca.




Tipo de peliculas.






Trabalho realizado por: Ana Raquel Nº4 e Mafalda Lopes Nº12        
                                                                                CEF FOTOGRAFIA














OBTURADORES !


          O obturador controla o intervalo de tempo durante o qual se permite que a luz passe através da objetiva até o filme. No inicio da década de 20 , para regular os tempos de exposição, removia-se e recolocava-se a tampa da objetiva. Com a prática, descobriu-se que se podia controlar um exposição de até cerca 1/4 segundos com razoável segurança.
          A técnica de remover a tampa protetora da objetiva foi substituída pelos obturadores mecánicos que apareceram no final do séc.XIX.
          Os primeiros obturadores tinham somente um ajusto bull (B) ou tempo (T), para exposições reguladas manualmente, e talvez um ajuste "instantâneo", para exposição de aproximadamente 1/25 de segundo. Esses primitivos sistemas de "guilhotina" evoluiram para os modernos obturadores centrais e de cortina, mecanismos bastante complexos e precisos que proporciona a sincronização acurada de pequenas frações de segundo necessária aos rápidos filmes e ás objectivas contemporâneos .

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Laboratório Fotográfico - Zona Seca

A zona seca deve-se situar no lado oposto do laboratório fotográfico, bem afastada da zona de revelação, pois esta poderá estar sujeita a salpicos.                                      
Neste espaço pode-se instalar o ampliador, os papéis fotossensíveis, os arquivos de negativos, guilhotina ou zona de corte.                                                                                    
É nesta zona que se faz a preparação da revelação dos negativos (tanques).                                      
O laboratório de fotografia deve conter uma lâmpada vermelha, de iluminação de segurança, que deve estar situada no topo da sala por cima da bancada de revelação.


A zona seca é a que lida com o papel fotográfico.
Cronómetro – é usado para calcular o tempo de secagem dos negativos.
Luz de segurança – É para ter uma iluminação no laboratório que não danifique o papel fotossensível.
Guilhotina – para poder cortar o papel fotográfico.
Papel Fotográfico – é sensível à luz branca devendo tratar-se com cuidado e não expor o papel.
O processo da fotografia ainda envolve o trabalho de laboratório na revelação dos filmes: em salas escuras, as imagens obtidas nos filmes fotográficos negativos, são ampliadas sobre papéis fotográficos positivos através do ampliador fotográfico. Os papéis passam por processos químicos posteriores, sendo banhados em compostos químicos diversos como o revelador e o fixador. Após a banhagem e posterior lavagem dos papéis fotográficos, estes passarão por um período de secagem.




Trabalho realizado por: Ana Ferreira Nº1
                                      Andreia Ferreira Nº5
                                      Iolanda Leal Nº10


Laboratório Fotográfico - Zona Húmida

No interior do laboratório, este é dividido em zonas “húmidas” e “secas”. A zona húmida do laboratório de fotografia, é onde se situam os químicos.
Este mesmo deve ter uma bancada com um lavatório para escoamento de águas na qual deve conter torneiras misturadoras de águas frias e quentes. Estas torneiras devem ter um tubo adaptador de borracha.
Por cima da bancada poderá haver prateleiras e por baixo, uma bancada que poderá ajudar a guardar frascos, garrafões, copos graduados, etc.
Uma das operações que podemos realizar nesta zona é a colocação de película no tanque, no entanto é necessário trabalhar em completa escuridão. O melhor lugar é o laboratório fotográfico usual, podendo todavia empregar-se qualquer local onde se elimine a luz.
No laboratório são quatro as exigências básicas de um laboratório fotográfico:
(1) Deve ser vedado à luz;
(2) Precisa de tomadas eléctricas, torneiras de esvaziamento para líquidos;
(3) A divisão deve ter ventilação adequada;
(4) A sala deve ser planeada para permitir um trabalho seguro, em sequência lógica.

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Este artigo sobre as zonas húmidas do laboratório de fotografia foi realizado por : António Azevedo nº6